sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Praça Salvaterra

Foto: Daisma Vaz
Local: Salvaterra - Marajó - Pará - Brasil
Fevereiro 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Casa Abandonada :: Abandoned house

Foto: Daisma Vaz
Local: Salvaterra - Marajó - Pará - Brasil
Fevereiro 2014

Alguém precisa cuidar do jardim e das trepadeiras.

Someone needs to take care of the garden and the vines.

Melancolia :: Melancholy

Foto: Daisma Vaz
Local: Salvaterra - Marajó - Pará - Brasil
Fevereiro 2014

Existe sempre uma certa melancolia quando visitar lugares distantes e antigos como esta ilha. 

There is always a certain melancholy when visiting distant and ancient places like this island.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Tucupi

Marajó

Foto: Daisma Vaz
Local: Salvaterra - Marajó - Pará - Brasil
Em Fevereiro 2014

Pode parecer bobeira, mas eu sempre acreditei que alguns lugares tem cores mais vivas que outros lugares. Vermelho, amarelo, e verde estão sempre em todos os cantos por aqui.

It may seem silly, but I always believed that some places have more vivid colors than other places. Red, yellow, and green are always in every corner here.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Feirinha em Salvaterra :: Fair in Salvaterra

Marajó

Foto: Daísma Vaz
Fevereiro 2014.

Feira em Salvaterra, na ilha de Marajó. Tomate, tucupí, cebolinha, coentro e limão. Eu consigo até sentir o cheiro desses ingredientes só de ver as cores. Minha primeira foto em Marajó foi da feirinha na cidade de Salvaterra. 

Fair in Salvaterra, on the island of Marajó. Tomato, tucupi, scallions, cilantro and lime. I can even smell these ingredients just to see their colors. This was my first photo in Marajó, on the fair in the town of Salvaterra.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Esqueci o Cartão

Marajó
Fevereiro 2014
OH, e agora? Quem poderá me defender?

Acordamos bem cedo para pegar o barco que atravessa o rio até chegar na ilha do Marajó. Já tinha percebi na Estação das Docas que não estava com o cartão de memória da câmera, mas como deixei para arrumar tudo na última hora, assim que o barco e o sol começaram a sair e eu fui tentar registrar o amanhecer percebi que o cartão tinha ficado. 

Como toda boa moça, estudante de psicologia, madura, nos seus 24 anos, resolvi tudo da melhor forma. Bico, e choro. 

Eu espero que na ilha tenha uma alma que venda cartões de memórias.

PS: ainda bem que a sogrinha levou sua santa câmera de passeio junto.

A desembocadura do rio Amazonas e a Ilha de Marajó.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Recepção


Belém
Fevereiro 2014

Não teve como gravar ou fotografar... mas a cena mais linda que alguém já me fez ver logo após descer do avião foi simplesmente linda.

Um moço (que se diz meu namorado) do outro lado do vidro, acenando, com a primeira plaquinha nas mãos. Eu não consegui ver de longe (vista cansada de tanto viajar), fui me aproximando para ler, e ele trocou pela segunda. Pensa numa cara de boba.

Fui lá dar um beijinho e fiquei presa de fora da sala que pega bagagens.  Dane-se. Quem esteve no aeroporto viu, e para quem perdeu, ficam aqui apenas o registro das plaquinhas. Simples, e para mim, significou tanto. O amor tem dessas coisas.

Voos e Mais Voos


Foi assim...
 Acordei 4 da manhã, peguei o busão às 5:h30 da manhã para chegar em Goiânia às 9h, pegar um taxi e fazer meu check in no aeroporto.
 Meu voo foi o JJ3457 de Goiânia para São Paulo. Seguido pelo voo JJ3516 de Guarulhos para Recife. Em Recife fiz uma escala, e segui para Fortaleza. Um voo super bacana, com uma família maravilhosa do Paraná, depois de conhecer uma brasileira que mora nos States. Seguimos de Recife para Fortaleza. Fortaleza o mau tempo pediu que todos descessem e aguardássemos 1 hora com o avião na pista.
 Finalmente cheguei em Belém às 00h20 da manhã (uma hora a menos que o horário de Brasília).

 Total de horas viajando? SÓ 20.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Menos de 24 horas


Faltam menos de 24 horas pra eu ir para a casa do Beto, e eu juro, tem alguma coisa errada comigo. Tô tão ansiosa que não movi um dedo para arrumar nada. Eu quero ir (ao menos uma parte de mim quer ir) a outra prefere não ter que por vestido, omitir palavões, sorrir para parentes e usar biquínis na frente de estranhos.

São 5 anos aprendendo que eu não nasci para isso. Seria tão mais simples ser a garota que o Beto ta pegando (pior que foi o contrário que começou), dai ninguém precisaria dar moral. Geeeente como eu queria ter super poderes, um controle do filme click, ou auto confiança suficiente para ser eu - sem a maquiagem que eu sei que vou usar, os saltos, vestidos, sorriso de miss guela e a vontade louca de ir pra uma praia bem longe, só nós dois, onde eu posso desfilar meu lindo bumbum branco, tomando meu banho de rio, e a noite nadando pelada na piscina do prédio (que nessa época do ano não dá ninguém).

 Nossa praia isolada, e nosso rio enorme.

 A piscina do prédio

Minha bunda branca refletindo o sol, causando cegueira permanente.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Minha Terapia Chamada Tricô


As meninas de 24 anos da minha idade tem dificuldade de se imaginar num ateliê repleto de senhoras de 50 anos,  crochetando, tricotando, fazendo mantinhas de tricô com 139 pontos e mais de mil repetições da mesma sequencia de pontos. 

Eu não.

O que seria de mim sem esses mantras em forma de pontos? O que seria de mim sem o silêncio absoluto em que nada mais no mundo acontece. Eu, meu novelo, meu silêncio, e meus pensamentos que conseguem espaço junto à concentração. Tão perfeitamente alinhados aos fios. Eu conseguiria fazer isso por horas se não fossem as cicatrizes no meu seio direito que ainda doem e me obrigam a parar.

Que pena.

Minha terapia vem em novelos de até mil metros. Tem cores tão variadas que apenas uma cor ganha um leque de tons absurdamente possível. É barato, esquenta no inverno, e me acalma. Faz do silêncio algo duplamente produtivo. Quase sempre a Keyshia Cole me acompanha durante algumas receitas. Outras vezes a memória de outros tempos, outros dias, outros verões me obriga a parar antes das dores no seio, embasando a vista.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Beto


Em breve, estarei viajando para encontrar com o Beto. Ele planejou,  comprou, agendou, calculou, teimou, e venceu. Belém é um lugar longe, eu preciso de dois voos, um saindo de Goiânia, e outro saindo de São Paulo, para chegar lá altas horas da madruga. E agora, já começo a sorrir sem motivo, a ficar pensando o que levar, como vai ser, o tempo....

Entre as coisas que preciso levar estão meu notebook, minha câmera, um vestido, protetor solar, doce em pote, e apenas uma mala (eu prometi dessa vez viajar com apenas uma mala).

E entre as que eu não preciso levar estão meu secador enorme, meu tricô que sempre vai e volta, minha preguiça de sair, milhares de pares de sapato e minha falta de paciência. 

Ainda tenho alguns dias para terminar de organizar tudo, minhas coisas estão completamente fragmentadas entre a casa da chácara, o apê de Goiânia, e o apê em Catalão. Meu guarda roupa começou do zero no início do ano (resolvi dar tudo, e mudar,  renovar, recomeçar). O lado ruim de mudanças assim é que realmente não temos nada para vestir quando precisa, e eu morro de preguiça de comprar coisas novas. Outro lado bom é a mudança de peso que tive este ano, reflexo direto do meu estado emocional. Peso hoje 69 kilos, dos meus antigos 75. Não comentei nada com Beto ainda, quero ver se ele nota (Beto tem a incrível capacidade de me ver magra, me presenteando com roupas tamanho P, que não passam nem nos peitos, logo, nunca posso usar). 

E cá estou, toda serelepe antes da hora...

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