segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

João de Barro

Daisma Vaz
Dezembro 2013
Local: chácara, Catalão, GO.


João de Barro


Dezembro 2013
Local: Chácara, Catalão, Goiás

Aquele que é também a ave nacional da Argentina domina os galhos das árvores da chácara. Eu confesso que não sei fotografar animais, não tenho uma câmera própria para fotografa-los, nem lente para isso... sempre preciso chegar perto demais, os pássaros ficam putos comigo alí e eu tento respeitar. Mas dessa vez a paixão foi maior, e esta casa (quase pronta) virou meu novo passa tempo.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Cabelos

Daisma Vaz

Foto e edição: Daísma Vaz (com ajuda de Lidia)
Local: novo apê \o/ fazendo teste de luz
Catalão, Dezembro 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Glasses


Foto, Maquiagem e Edição: Daisma Vaz
Modelo: Lidia
Coisa improvisada sempre sai bacana.

Feliz natal meus amores.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Gatos e Filtros

Daisma Vaz
Filtro amarelado
Hoje pela manhã saí igual a velha dos simpsons para fotografar os gatinhos da chácara para minha irmã ver como eles estão grandes. Esse é o único horário possível onde eles ficam quietos, tomando leite, e eu consigo uma foto ou outra. Esse loirinho é o capeta, super arisco, ninguém nunca consegue pegar. Usei filtros coloridos nas fotos para destacar a cor dos pelos.
Daisma Vaz
Filtro avermelhado

Daisma Vaz
Filtro azul

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DESPEDIDA


Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, 
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos. 
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, 
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. 
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, 
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual 
a gente se apega. Faz parte de nós. 
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, 
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente, 
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. 
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde. 
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos 
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por 
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, 
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. 
É o arremate de uma história que terminou, 
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente… 
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

Sem 2014

  Sem mesa, sem espaço, sem luz, sem tempo.... logo.....sem foto nova pro meu blog.
Ano que vem mudo-me para o apê na cidade e lá terei um canto só para elas... as minhas queridas fotografias!
 Vem 2014, vem logo.

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